Marcus Buchecha disputa GP com premiação de 40 mil dólares na UFC Fight Week

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Tetracampeão mundial está animado para lutar no mesmo dia do amigo Daniel Cormier (Foto: Luca Atalla/Gallerr)
Buchecha está animado para lutar no mesmo dia do amigo Daniel Cormier (Foto: Luca Atalla/Gallerr)

 

A tradicional International UFC Fight Week acontece sempre na semana de 4 de julho, data em que os americanos comemoram a sua independência. Com uma programação voltada para os fãs das artes marciais, a feira conta com stands de marcas ligadas ao universo da luta, presença de grandes estrelas do MMA distribuindo autógrafos e competições de Wrestling e Submission. Este ano, ela contará com um torneio de Jiu-Jítsu organizado pela IBJJF (International Brazilian Jiu-Jitsu Federation).

O IBJJF Pro League contará com oito lutadores, e acontece no dia 9 de julho, em Las Vegas – no mesmo dia do UFC 200, que terá na luta principal Daniel Cormier defendendo o cinturão dos meio-pesados contra Jon Jones. O campeão do GP levará uma premiação de 40 mil dólares e o segundo 10 mil dólares. O principal destaque da competição é Marcus Buchecha, atual campeão mundial peso e absoluto e único tetracampeão mundial absoluto da história da arte suave.

“A expectativa está ótima para esse torneio. Depois do mundial, comemorei, tirei uma semana de descanso para o corpo e para a mente e, logo em seguida, voltei aos treinos. Estou sem lesão, vou manter o mesmo foco e a linha de treinamento que tive para esse mundial. Estou bem animado e ansioso para lutar esse evento, que contará com uma boa premiação em dinheiro, o que é um incentivo a mais para todo mundo. Com tantos atletas de alto nível, tenho certeza que será um grande evento. Estou honrado de poder lutar com todos eles. Além disso, será bem legal lutar no mesmo dia do Daniel Cormier”, disse Buchecha, que é amigo pessoal do atleta da AKA.

Além do faixa-preta da Checkmat, os outros atletas convidados para participar do torneio são Alex Ceconi, Xande Ribeiro, Felipe Preguiça, Leo Nogueira, João Gabriel Rocha, Bruno Bastos e Mahamed Aly.

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Um apaixonado pelas artes marciais, inspirado pelo meu pai que assistia todas as lutas de boxe na década de 70, 80. Depois passei a acompanhar o Vale-Tudo a partir da década de 90 até a evolução para o MMA atual, em que tivemos como principal referência o sucesso do Pride no Japão e o maior evento do mundo, o UFC, um fenômeno que não para de crescer. Conheço a luta na prática. Comecei com o karatê na adolescência, mas não cheguei a me graduar. Já maior de idade, iniciei no Jiu-Jítsu em 2004 e nunca mais abandonei. Além de treinar, participo de competições. Minha maior conquista foi subir no pódio do Sul-Americano de JJ da CBJJ. Criei o site www.mmasul.com.br em 2008, com o objetivo de colaborar com o MMA nos três estados que compõem a região Sul (RS, SC e PR). Fui adiante. Além de fomentar o jornalismo marcial na região, levei o MMASUL a alcançar visibilidade e credibilidade de leitores e fãs e de colegas de imprensa de todo o Brasil. Após mais de sete anos de sucesso, resolvemos inovar e lançar um nome nacional, o maismma.com, a continuação do MMASUL. Estamos no ar, em busca da evolução diária, das melhores coberturas e das melhores notícias. Sempre ágeis e precisos nas informações do mundo do MMA. Agora, somos #MAISMMA. Fazer o que a gente ama não tem preço. É com enorme prazer que faço as coberturas de eventos, escrevo, entrevisto e fotografo. Agora, rumo às cerca de 20 coberturas de UFC, além de inúmeras participações como convidado de programas no canal Combate. Um abraço especial a você que parou alguns segundos para saber mais sobre mim e sobre o maior site especializado em MMA do Sul do país. Não esqueça de aproveitar para visitar o maismma.com e seguir-nos no Twitter: @MMASUL. Muito obrigado, FAMÍLIA! "O jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade. Quem não viveu a palpitação sobrenatural da notícia, o orgasmo do furo, a demolição moral do fracasso, não pode sequer conceber o que são. Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para isso poderia persistir numa profissão tão incompreensível e voraz, cuja obra termina depois de cada notícia, como se fora para sempre, mas que não concede um instante de paz enquanto não torna a começar com mais ardor do que nunca no minuto seguinte." Parte do texto: "A melhor profissão do mundo" Por Gabriel García Márquez (Jornalista, editor e escritor colombiano, prêmio Nobel de Literatura em 1982, autor do aclamado "Cem anos de Solidão")

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