Georges St. Pierre confirma retorno e desafia Michael Bisping para um “desempate”

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Georges St. Pierre se diz motivado a retornar (Foto: Takedown)
Georges St. Pierre se diz motivado a retornar (Foto: Takedown)

 

Aos 35 anos, Georges St-Pierre pode voltar a qualquer momento. Afastado do UFC desde novembro de 2013, quando venceu Johny Hendricks por decisão dividida em mais uma defesa de título e resolveu se aposentar, o ex-campeão dos meio-médios pretende retornar ainda este ano, desde que seja em um momento “grandioso”. Em entrevista ao programa “The MMA Hour”, o canadense afirmou que gostaria de desafiar Michael Bisping  pelo cinturão dos pesos-médios. A motivação de St-Pierre em sugerir o confronto com o inglês seria desempatar um recorde.

– Eu sempre disse que se eu voltar tem que ser algo grande, que me dê calafrios. Algo que me deixe empolgado. Tem duas coisas que eu tenho muito orgulho: meu cinturão e o recorde de maior número de vitórias na história do UFC (19, empatado com Michael Bisping). Agora eu tenho alguém me desafiando a isso, que é o Michael Bisping. Sim, ele é maior do que eu, mas eu acredito que tenho mais habilidade, mais atleticismo e uma inteligência de luta maior. O mundo não gira ao meu redor, mas se o UFC quiser casar essa luta, eles têm o meu número e o do meu empresário, podem ligar e a gente pode organizar para fazer acontecer.

St-Pierre não sabe o que é perder desde abril de 2007. Desde então, são doze vitórias consecutivas até a pausa na carreira em 2013. Em meio ao tempo sem combater, St-Pierre enfrentou apenas o “Capitão América”, em uma participação no cinema americano. Nas últimas sete lutas, o canadense precisou de 35 rounds para vencer seus oponentes. Todas foram para a decisão dos juízes após cinco rounds de disputa.  Segundo o atleta, a decisão de voltar a lutar seria principalmente para que no futuro ele não venha se arrepender do que não fez.

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Um apaixonado pelas artes marciais, inspirado pelo meu pai que assistia todas as lutas de boxe na década de 70, 80. Depois passei a acompanhar o Vale-Tudo a partir da década de 90 até a evolução para o MMA atual, em que tivemos como principal referência o sucesso do Pride no Japão e o maior evento do mundo, o UFC, um fenômeno que não para de crescer. Conheço a luta na prática. Comecei com o karatê na adolescência, mas não cheguei a me graduar. Já maior de idade, iniciei no Jiu-Jítsu em 2004 e nunca mais abandonei. Além de treinar, participo de competições. Minha maior conquista foi subir no pódio do Sul-Americano de JJ da CBJJ. Criei o site www.mmasul.com.br em 2008, com o objetivo de colaborar com o MMA nos três estados que compõem a região Sul (RS, SC e PR). Fui adiante. Além de fomentar o jornalismo marcial na região, levei o MMASUL a alcançar visibilidade e credibilidade de leitores e fãs e de colegas de imprensa de todo o Brasil. Após mais de sete anos de sucesso, resolvemos inovar e lançar um nome nacional, o maismma.com, a continuação do MMASUL. Estamos no ar, em busca da evolução diária, das melhores coberturas e das melhores notícias. Sempre ágeis e precisos nas informações do mundo do MMA. Agora, somos #MAISMMA. Fazer o que a gente ama não tem preço. É com enorme prazer que faço as coberturas de eventos, escrevo, entrevisto e fotografo. Agora, rumo às cerca de 20 coberturas de UFC, além de inúmeras participações como convidado de programas no canal Combate. Um abraço especial a você que parou alguns segundos para saber mais sobre mim e sobre o maior site especializado em MMA do Sul do país. Não esqueça de aproveitar para visitar o maismma.com e seguir-nos no Twitter: @MMASUL. Muito obrigado, FAMÍLIA! "O jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade. Quem não viveu a palpitação sobrenatural da notícia, o orgasmo do furo, a demolição moral do fracasso, não pode sequer conceber o que são. Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para isso poderia persistir numa profissão tão incompreensível e voraz, cuja obra termina depois de cada notícia, como se fora para sempre, mas que não concede um instante de paz enquanto não torna a começar com mais ardor do que nunca no minuto seguinte." Parte do texto: "A melhor profissão do mundo" Por Gabriel García Márquez (Jornalista, editor e escritor colombiano, prêmio Nobel de Literatura em 1982, autor do aclamado "Cem anos de Solidão")

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