UFC 200: Jon Jones é flagrado no doping e luta principal contra Daniel Cormier é cancelada

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Jon Jones cai no doping e derruba luta principal do UFC 200 (Foto: Dave Mandel)
Jon Jones cai no doping e derruba luta principal do UFC 200 (Foto: Dave Mandel)

 

Poucas horas depois da coletiva oficial de imprensa que precede o histórico UFC 200, o ex-campeão meio-pesado Jon Jones foi notificado pela Agência Antidopagem dos Estados Unidos (Usada), por falhar nos exames realizados no dia 16 de junho, período fora de competição. Dana White convocou a imprensa às pressas assim que recebeu a notícia. O presidente comunicou o cancelamento da luta principal entre Daniel Cormier (campeão  linear) e Jon Jones (campeão interino), válida pela unificação do título até 93 kg e anunciou o novo main event: Brock Lesnar x Mark Hunt.

“Recebi uma ligação enquanto jantava nesta quarta-feira. Estou super desapontando. Não sabemos se ele (Jon Jones) pediu para a contraprova, mas claro que ele tem a chance de se provar inocente. Quando eles (USADA) testam e algo aparece, ficam malucos, testam muitas vezes, e nunca nos passam um resultado até terem absoluta certeza de que é positivo. Claro que isso é devastador para Daniel Cormier, mentalmente, fisicamente e financeiramente, porque ele iria receber sua parcela no pay-per-view. Quero que ele tenha uma nova luta assim que possível”, explicou Dana.

UFC 200
9 de julho de 2016, em Las Vegas (EUA)

Card principal (a partir de 23h de Brasília)
Peso-pesado: Brock Lesnar x Mark Hunt
Peso-galo: Miesha Tate x Amanda Nunes
Peso-pena: José Aldo x Frankie Edgar
Peso-pesado: Cain Velásquez x Travis Browne
Preliminares (a partir de 20h de Brasília)
Peso-galo: Cat Zingano x Julianna Peña
Peso-meio-médio: Johny Hendricks x Kelvin Gastelum
Peso-galo: TJ Dillashaw x Raphael Assunção
Peso-leve: Sage Northcutt x Enrique Marin
Peso-leve: Diego Sanchez x Joe Lauzon
Peso-médio: Gegard Mousasi x Thiago Marreta
Peso-leve: Jim Miller x Takanori Gomi

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Um apaixonado pelas artes marciais, inspirado pelo meu pai que assistia todas as lutas de boxe na década de 70, 80. Depois passei a acompanhar o Vale-Tudo a partir da década de 90 até a evolução para o MMA atual, em que tivemos como principal referência o sucesso do Pride no Japão e o maior evento do mundo, o UFC, um fenômeno que não para de crescer. Conheço a luta na prática. Comecei com o karatê na adolescência, mas não cheguei a me graduar. Já maior de idade, iniciei no Jiu-Jítsu em 2004 e nunca mais abandonei. Além de treinar, participo de competições. Minha maior conquista foi subir no pódio do Sul-Americano de JJ da CBJJ. Criei o site www.mmasul.com.br em 2008, com o objetivo de colaborar com o MMA nos três estados que compõem a região Sul (RS, SC e PR). Fui adiante. Além de fomentar o jornalismo marcial na região, levei o MMASUL a alcançar visibilidade e credibilidade de leitores e fãs e de colegas de imprensa de todo o Brasil. Após mais de sete anos de sucesso, resolvemos inovar e lançar um nome nacional, o maismma.com, a continuação do MMASUL. Estamos no ar, em busca da evolução diária, das melhores coberturas e das melhores notícias. Sempre ágeis e precisos nas informações do mundo do MMA. Agora, somos #MAISMMA. Fazer o que a gente ama não tem preço. É com enorme prazer que faço as coberturas de eventos, escrevo, entrevisto e fotografo. Agora, rumo às cerca de 20 coberturas de UFC, além de inúmeras participações como convidado de programas no canal Combate. Um abraço especial a você que parou alguns segundos para saber mais sobre mim e sobre o maior site especializado em MMA do Sul do país. Não esqueça de aproveitar para visitar o maismma.com e seguir-nos no Twitter: @MMASUL. Muito obrigado, FAMÍLIA! "O jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade. Quem não viveu a palpitação sobrenatural da notícia, o orgasmo do furo, a demolição moral do fracasso, não pode sequer conceber o que são. Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para isso poderia persistir numa profissão tão incompreensível e voraz, cuja obra termina depois de cada notícia, como se fora para sempre, mas que não concede um instante de paz enquanto não torna a começar com mais ardor do que nunca no minuto seguinte." Parte do texto: "A melhor profissão do mundo" Por Gabriel García Márquez (Jornalista, editor e escritor colombiano, prêmio Nobel de Literatura em 1982, autor do aclamado "Cem anos de Solidão")

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