Vídeo: Michael Bisping surpreende Luke Rockhold com nocaute brutal e fatura cinturão

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INGLEWOOD, CA - JUNE 04: Michael Bisping of England celebrates after his first round knockout win against Luke Rockhold in their UFC middleweight championship bout during the UFC 199 event at The Forum on June 4, 2016 in Inglewood, California. (Photo by Harry How/Zuffa LLC/Zuffa LLC via Getty Images)
Bisping atropela Rockhold com sequência de socos e conquista o título (Foto: Harry How)

Michael Bisping marcou seu nome na história do UFC ao longo de uma década na organização. Primeiro ao se tornar campeão da terceira temporada do reality show The Ultimate Fighter em 2006, segundo por enfrentar as principais pedreiras da categoria e terceiro por derrotar a lenda Anderson Silva no UFC Fight Night 84 em fevereiro deste ano.

Mas, o maior feito da carreira do inglês aconteceu na luta principal do UFC 199, na madrugada deste sábado para domingo (5 de junho). Em uma revanche com Luke Rockhold (de quem havia perdido em 2014 por finalização), aceita faltando menos de um mês para o evento, em substituição ao ex-campeão Chris Weidman, lesionado, Bisping era o grande azarão nas bolsas de apostas.

Com cara de “já ganhei”, Rockhold entrou no cage para defender pela primeira vez o título dos médios, com um semblante que remetia uma espécie de desdém. A postura do americano custou-lhe nada menos do que a derrota de forma surpreendente e o cinturão. Enquanto Rockhold se movimentava como se tivesse fazendo um sparring na academia, Bisping se mostrava concentrado e decidido a fazer história.

E foi após o terceiro minuto de luta que o inglês chocou todos os presentes na The Forum Arena, na Califórnia e emocionou a esposa e os filhos. Enquanto se afastavam no momento da troca de golpes, Bisping desferiu um cruzado em cheio no rosto de Rockhold, que balançou e sofreu mais dois golpes para cair, sendo abatido aos três minutos e 36 segundos por mais três socos terminais.

Confira o nocaute no vídeo:

 

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Um apaixonado pelas artes marciais, inspirado pelo meu pai que assistia todas as lutas de boxe na década de 70, 80. Depois passei a acompanhar o Vale-Tudo a partir da década de 90 até a evolução para o MMA atual, em que tivemos como principal referência o sucesso do Pride no Japão e o maior evento do mundo, o UFC, um fenômeno que não para de crescer. Conheço a luta na prática. Comecei com o karatê na adolescência, mas não cheguei a me graduar. Já maior de idade, iniciei no Jiu-Jítsu em 2004 e nunca mais abandonei. Além de treinar, participo de competições. Minha maior conquista foi subir no pódio do Sul-Americano de JJ da CBJJ. Criei o site www.mmasul.com.br em 2008, com o objetivo de colaborar com o MMA nos três estados que compõem a região Sul (RS, SC e PR). Fui adiante. Além de fomentar o jornalismo marcial na região, levei o MMASUL a alcançar visibilidade e credibilidade de leitores e fãs e de colegas de imprensa de todo o Brasil. Após mais de sete anos de sucesso, resolvemos inovar e lançar um nome nacional, o maismma.com, a continuação do MMASUL. Estamos no ar, em busca da evolução diária, das melhores coberturas e das melhores notícias. Sempre ágeis e precisos nas informações do mundo do MMA. Agora, somos #MAISMMA. Fazer o que a gente ama não tem preço. É com enorme prazer que faço as coberturas de eventos, escrevo, entrevisto e fotografo. Agora, rumo às cerca de 20 coberturas de UFC, além de inúmeras participações como convidado de programas no canal Combate. Um abraço especial a você que parou alguns segundos para saber mais sobre mim e sobre o maior site especializado em MMA do Sul do país. Não esqueça de aproveitar para visitar o maismma.com e seguir-nos no Twitter: @MMASUL. Muito obrigado, FAMÍLIA! "O jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade. Quem não viveu a palpitação sobrenatural da notícia, o orgasmo do furo, a demolição moral do fracasso, não pode sequer conceber o que são. Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para isso poderia persistir numa profissão tão incompreensível e voraz, cuja obra termina depois de cada notícia, como se fora para sempre, mas que não concede um instante de paz enquanto não torna a começar com mais ardor do que nunca no minuto seguinte." Parte do texto: "A melhor profissão do mundo" Por Gabriel García Márquez (Jornalista, editor e escritor colombiano, prêmio Nobel de Literatura em 1982, autor do aclamado "Cem anos de Solidão")

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