
Carlston Lindsay Harris, apelidado pelos companheiros de “Moçambique”, nasceu em Skeldon na Guiana, fronteira com o Suriname, mas há cerca de cinco anos vive no Brasil. Radicado no Rio de Janeiro, onde ministra aulas e treina na Renovação Fight Team, o atleta recentemente sagrou-se campeão do GP de meio-médios do XFC e disputaria o título da categoria, mas a organização americana deu uma pausa nos trabalhos e Moçambique acabou fazendo mais dois combates em eventos nacionais.
Embalado por vitória no evento carioca Skull FC, Moçambique enfrenta o curitibano Wellington Turman, na luta principal do Imortal FC, neste sábado (10), em Curitiba. Assim que desembarcou na capital paranaense, nesta quinta-feira, Moçambique se mostrou bastante motivado para o duelo com Turman. Ele comentou a preparação, analisou o oponente e garantiu que lutar na casa do adversário não faz nenhuma diferença.
– Consigo conciliar o trabalho com o treinamento. Dar aulas não me atrapalha. Fiz um camp completo para essa luta, treinei tudo. Estou muito bem fisicamente e mentalmente. O (Wellington) Turman é jovem, bastante agressivo e tem uma boa trocação, considero um lutador completo. Não vejo problema lutar na casa dele. Já acostumei lutar na casa dos adversários. Apesar de me sentir um pouco brasileiro, sou da Guiana, então, sempre luto fora de casa (risos). Será um grande show. O público pode esperar por um combate de muita qualidade, técnico e movimentado, de tirar o fôlego – prometeu o guianês.